Coadjuvantes, até quando?
Sem a menor pretensão de ser profeta, semana passada discorri sobre o assunto das engenhosidades que poderiam ser demonstradas no Engenhão
Há 16 anos - 10/11/2009 11:43
Coadjuvantes, até quando?

Deus sabe o quão difícil é chegar a esta constatação. Para quem torce e vibra pelo nosso futebol, são frustrantes estas pífias colocações restando apenas quatro rodadas de um Campeonato Brasileiro que deixa exposta a fragilidade de nossas equipes.



Mas o fato de estarmos rondando o G4 do mal á diversas rodadas, também escancara o provincianismo que impera em nossa Federação, submissa, impotente e relapsa a meu ver, pois quem não se lembra das diversas oportunidades em que nosso glorioso foi prejudicado, com envios de imagens á CBF sem qualquer resposta aos nossos anseios demonstrando uma apatia também de nossos dirigentes da FPF.



Não bastasse  a exposição do futebol estadual ao ridículo para o resto do país devido ao regulamento esdrúxulo do ano passado, eis que numa demonstração de incompetência verdadeiramente nada foi feito para corrigir esta grande ignonímia, antevemos um ano de 2010 norteado por este mesmo regulamento.



Num outro extremo, menos de 24 horas após a desastrada atuação de Carlos Eugênio Simon no jogo entre Fluminense-RJ e Palmeiras-SP, vemos a força da equipe paulista evidenciada, na medida em que é anunciado o afastamento do árbitro até o final do ano.



Sem a menor pretensão de ser profeta, semana passada discorri sobre o assunto das engenhosidades que poderiam ser demonstradas no Engenhão, e, a não marcação de um pênalti claro, aliada a um gol em clara posição de impedimento confirmaram minha preocupação, e o que é pior, com a passividade de nossos representantes maiores.



Não posso ser tomado pela hipocrisia, e tenho que ressalvar a inoperância de nossos dois laterais, ineficientes na defesa, e inoperantes no ataque, que aliado a uma sonolência absurda de toda a equipe no primeiro tempo, colaborou para que ressuscitássemos mais um clube carioca, colocando-nos abaixo com uma resignação assustadora.



Lotarmos o Couto Pereira no sábado diante do Atlético-MG  dá a real dimensão de que neste quesito não somos coadjuvantes, empurrando o Glorioso para uma vitória que senão consagradora, pelo menos alentadora para as próximas competições.

Coadjuvantes, até quando?
Sem a menor pretensão de ser profeta, semana passada discorri sobre o assunto das engenhosidades que poderiam ser demonstradas no Engenhão
Há 16 anos - 10/11/2009 11:43
Coadjuvantes, até quando?

Deus sabe o quão difícil é chegar a esta constatação. Para quem torce e vibra pelo nosso futebol, são frustrantes estas pífias colocações restando apenas quatro rodadas de um Campeonato Brasileiro que deixa exposta a fragilidade de nossas equipes.



Mas o fato de estarmos rondando o G4 do mal á diversas rodadas, também escancara o provincianismo que impera em nossa Federação, submissa, impotente e relapsa a meu ver, pois quem não se lembra das diversas oportunidades em que nosso glorioso foi prejudicado, com envios de imagens á CBF sem qualquer resposta aos nossos anseios demonstrando uma apatia também de nossos dirigentes da FPF.



Não bastasse  a exposição do futebol estadual ao ridículo para o resto do país devido ao regulamento esdrúxulo do ano passado, eis que numa demonstração de incompetência verdadeiramente nada foi feito para corrigir esta grande ignonímia, antevemos um ano de 2010 norteado por este mesmo regulamento.



Num outro extremo, menos de 24 horas após a desastrada atuação de Carlos Eugênio Simon no jogo entre Fluminense-RJ e Palmeiras-SP, vemos a força da equipe paulista evidenciada, na medida em que é anunciado o afastamento do árbitro até o final do ano.



Sem a menor pretensão de ser profeta, semana passada discorri sobre o assunto das engenhosidades que poderiam ser demonstradas no Engenhão, e, a não marcação de um pênalti claro, aliada a um gol em clara posição de impedimento confirmaram minha preocupação, e o que é pior, com a passividade de nossos representantes maiores.



Não posso ser tomado pela hipocrisia, e tenho que ressalvar a inoperância de nossos dois laterais, ineficientes na defesa, e inoperantes no ataque, que aliado a uma sonolência absurda de toda a equipe no primeiro tempo, colaborou para que ressuscitássemos mais um clube carioca, colocando-nos abaixo com uma resignação assustadora.



Lotarmos o Couto Pereira no sábado diante do Atlético-MG  dá a real dimensão de que neste quesito não somos coadjuvantes, empurrando o Glorioso para uma vitória que senão consagradora, pelo menos alentadora para as próximas competições.