Volta ao lar (LX)
Insone, incansável, insaciável, o verde e branco foi além, deu um salto a mais
Há 16 anos - 03/11/2009 20:20
Volta ao lar (LX)

Dureza foi aprender grego



Esta história merece ser contada novamente. Vamos lá.



Os atleticanos estavam intoleravelmente felizes com um bi. E não paravam de chatear. Até que o dr. Nireu Teixeira, coxa branca sem jaça, sem medo, entrou na parada, advertiu os desavisados e adversários: “Para torcer pro Coritiba é obrigatório saber Grego”.



Intrigados, os rapazes entraram de carrinho ou de sola: por que os coxas têm de saber Grego? Depois de rir inimitavelmente, Nireu explicava: “Para pronunciar corretamente e entender o sentido de palavras como tetra-penta-hexa-e-hepta”.



Bi, eles estavam longe das primeiras e insubornáveis lições de Grego. De dificuldades crescentes, começam a endurecer o jogo na região do tetra. Ultrapassá-la é pedreira para descendentes de Hércules. Comuns mortais não se aproximam da rarefeita marca.



E o que dizer do penta, à moda antiga, já se vê? 1971-72-73-74-75! E o hexa, rapaz? Segundo o matemático Oswald de Souza, a cada século um, apenas um, chega a essa lonjuras. Como o Coritiba em 1976.



Insone, incansável, insaciável, o verde e branco foi além, deu um salto a mais. E em 1977 completou a gloriosa série, a inacreditável série de sete campeonatos a fio!



Heptacampeão! Parece conta de mentiroso, mas não é. Está nos anais, nos implacáveis anais. Que não registraram o melhor da História: o difícil mesmo foi aprender Grego.

Volta ao lar (LX)
Insone, incansável, insaciável, o verde e branco foi além, deu um salto a mais
Há 16 anos - 03/11/2009 20:20
Volta ao lar (LX)

Dureza foi aprender grego



Esta história merece ser contada novamente. Vamos lá.



Os atleticanos estavam intoleravelmente felizes com um bi. E não paravam de chatear. Até que o dr. Nireu Teixeira, coxa branca sem jaça, sem medo, entrou na parada, advertiu os desavisados e adversários: “Para torcer pro Coritiba é obrigatório saber Grego”.



Intrigados, os rapazes entraram de carrinho ou de sola: por que os coxas têm de saber Grego? Depois de rir inimitavelmente, Nireu explicava: “Para pronunciar corretamente e entender o sentido de palavras como tetra-penta-hexa-e-hepta”.



Bi, eles estavam longe das primeiras e insubornáveis lições de Grego. De dificuldades crescentes, começam a endurecer o jogo na região do tetra. Ultrapassá-la é pedreira para descendentes de Hércules. Comuns mortais não se aproximam da rarefeita marca.



E o que dizer do penta, à moda antiga, já se vê? 1971-72-73-74-75! E o hexa, rapaz? Segundo o matemático Oswald de Souza, a cada século um, apenas um, chega a essa lonjuras. Como o Coritiba em 1976.



Insone, incansável, insaciável, o verde e branco foi além, deu um salto a mais. E em 1977 completou a gloriosa série, a inacreditável série de sete campeonatos a fio!



Heptacampeão! Parece conta de mentiroso, mas não é. Está nos anais, nos implacáveis anais. Que não registraram o melhor da História: o difícil mesmo foi aprender Grego.