Volta ao lar (XLIX)
O mesmo Ariel não deixou sequer secar a alegria vermelha&preta: mesmo com o pé trocado encontrou em cheio irretocável cruzamento do Marcelinho
Há 16 anos - 27/10/2009 12:16
Volta ao lar (XLIX)

Muito deselegante


Então, a gente, do alto de 100 bem vividos anos, do Alto da Glória de 100 gloriosos anos, do grande cume de 100 vitoriosos anos, então, um tanto tardiamente, mas ainda em tempo, a gente recebe um dos nossos mais figadais adversários, a mesa limpa&posta, a casa cheia, cada coisa no seu lugar, uma empolgante festa alviverde 24 vezes por segundo - olê, olê, olá!



Então, gentis&cavalheirescos, abrimos os trabalhos com régio presente ao visitante: entregamos na bandeja belíssimo gol do nosso nunca assaz louvado guerreiro platino, que atende pelo nome Ariel; nobre&generoso fez golaço... contra. Olé, olé, olá!



Mas, oh! não! O mesmo Ariel não deixou sequer secar a alegria vermelha&preta: mesmo com o pé trocado encontrou em cheio irretocável cruzamento do Marcelinho e empatou. Grossas lágrimas de crocodilo inundaram nuestros ojos verdes.



Como não combinado voltamos pro segundo tempo decididos a desempatar; que rubro sufoco! que negra provação! que pretos transes! Eis senão quando fez se a luz no bolo – Jeci, 2 a 1.



E assim estávamos, como Inês, postos em sossego, quando lembramos dos bons modos que devem caracterizar tão centenário anfitrião. E neste momento, então, deu na primeira edição - OUTRA DOAÇÃO COXA: 2 a 2.



E asi se pasava lo dia, findava a tarde e o clássico, até que numa perfeita e não ensaiada combinação o Marcelinho, que é Paraíba, rolou mansamente, rolou para trás o esférico ao encontro do Marcus Aurélio, que o pegou em cheio, na veia, como ele veio e o enviou lejos de las manos do arquero: 3 a 2! Nos acréscimos ao tempo regulamentar ou como se dizia em Irati, na aurora da minha vida, no assim chamado apagar das luzes!



Que desagradável! Que deselegância!

Volta ao lar (XLIX)
O mesmo Ariel não deixou sequer secar a alegria vermelha&preta: mesmo com o pé trocado encontrou em cheio irretocável cruzamento do Marcelinho
Há 16 anos - 27/10/2009 12:16
Volta ao lar (XLIX)

Muito deselegante


Então, a gente, do alto de 100 bem vividos anos, do Alto da Glória de 100 gloriosos anos, do grande cume de 100 vitoriosos anos, então, um tanto tardiamente, mas ainda em tempo, a gente recebe um dos nossos mais figadais adversários, a mesa limpa&posta, a casa cheia, cada coisa no seu lugar, uma empolgante festa alviverde 24 vezes por segundo - olê, olê, olá!



Então, gentis&cavalheirescos, abrimos os trabalhos com régio presente ao visitante: entregamos na bandeja belíssimo gol do nosso nunca assaz louvado guerreiro platino, que atende pelo nome Ariel; nobre&generoso fez golaço... contra. Olé, olé, olá!



Mas, oh! não! O mesmo Ariel não deixou sequer secar a alegria vermelha&preta: mesmo com o pé trocado encontrou em cheio irretocável cruzamento do Marcelinho e empatou. Grossas lágrimas de crocodilo inundaram nuestros ojos verdes.



Como não combinado voltamos pro segundo tempo decididos a desempatar; que rubro sufoco! que negra provação! que pretos transes! Eis senão quando fez se a luz no bolo – Jeci, 2 a 1.



E assim estávamos, como Inês, postos em sossego, quando lembramos dos bons modos que devem caracterizar tão centenário anfitrião. E neste momento, então, deu na primeira edição - OUTRA DOAÇÃO COXA: 2 a 2.



E asi se pasava lo dia, findava a tarde e o clássico, até que numa perfeita e não ensaiada combinação o Marcelinho, que é Paraíba, rolou mansamente, rolou para trás o esférico ao encontro do Marcus Aurélio, que o pegou em cheio, na veia, como ele veio e o enviou lejos de las manos do arquero: 3 a 2! Nos acréscimos ao tempo regulamentar ou como se dizia em Irati, na aurora da minha vida, no assim chamado apagar das luzes!



Que desagradável! Que deselegância!