Relembrando Fernando Pessoa que deixou um enorme legado da língua portuguesa ao mundo, reporto-me a um de seus versos:
“Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo”.
Sintetiza-se nestes versos, a maior virtude que se pode mensurar num ser humano, que é o espírito de grandeza, e o desapego a qualquer métrica de precisão, deixando-se levar principalmente pelos anseios do coração, e esta postura foi a tônica dos atletas do Coritiba Foot Ball Club no recente clássico, culminando com uma vitória consagradora justamente sobre aqueles que teimam em tripudiar a grandeza centenária do glorioso, colocando-os novamente prostrado nos seus devidos lugares.
Esta consciência no grupo levou-o a expor-se altivo e sabedor do anseio da torcida, submetendo o adversário a uma pressão contínua, que por sua vez, assustado e retrancado sonhou com a pequenez de um empate, tanto que seu próprio líder maior Paulo Baier, quando viabilizou o feito a dois gols, gesticulou escandalosamente que o resultado estava ótimo para as suas pretensões.
Claro que para a maior torcida do estado não estava bom, e da forma mais adorada a vitória veio, no finalzinho, quando o adversário estava trôpego e cambaleante, e como num golpe de misericórdia conseguimos o terceiro gol para alegria da massa verde e branca que movimentou a Capital, aliás, que cena triste aquela fumaça preta na torcida visitante, parecia que estavam queimando pneus...
A torcida alviverde garantiu novamente, a maior média de público para desespero do time da mídia, agora deixemos as comemorações para ela, pois uma seqüência de bons resultados só será possível com este mesmo foco e comprometimento.
[email protected]
Relembrando Fernando Pessoa que deixou um enorme legado da língua portuguesa ao mundo, reporto-me a um de seus versos:
“Viver não é necessário; o que é necessário é criar.
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.
Só quero torná-la grande,
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo”.
Sintetiza-se nestes versos, a maior virtude que se pode mensurar num ser humano, que é o espírito de grandeza, e o desapego a qualquer métrica de precisão, deixando-se levar principalmente pelos anseios do coração, e esta postura foi a tônica dos atletas do Coritiba Foot Ball Club no recente clássico, culminando com uma vitória consagradora justamente sobre aqueles que teimam em tripudiar a grandeza centenária do glorioso, colocando-os novamente prostrado nos seus devidos lugares.
Esta consciência no grupo levou-o a expor-se altivo e sabedor do anseio da torcida, submetendo o adversário a uma pressão contínua, que por sua vez, assustado e retrancado sonhou com a pequenez de um empate, tanto que seu próprio líder maior Paulo Baier, quando viabilizou o feito a dois gols, gesticulou escandalosamente que o resultado estava ótimo para as suas pretensões.
Claro que para a maior torcida do estado não estava bom, e da forma mais adorada a vitória veio, no finalzinho, quando o adversário estava trôpego e cambaleante, e como num golpe de misericórdia conseguimos o terceiro gol para alegria da massa verde e branca que movimentou a Capital, aliás, que cena triste aquela fumaça preta na torcida visitante, parecia que estavam queimando pneus...
A torcida alviverde garantiu novamente, a maior média de público para desespero do time da mídia, agora deixemos as comemorações para ela, pois uma seqüência de bons resultados só será possível com este mesmo foco e comprometimento.
[email protected]