A tarde do último domingo foi inequecível. Não somente um jogo, mas um verdadeiro espetáculo proporcionado pelas torcidas nas arquibancadas e os jogadores em campo.
O jogo muitas vezes não é tão bom tecnicamente mas as emoções que o mesmo proporciona sobressai e envolve o sentimento maior de todos os torcedores, aqueles que são vencedores ou derrotados, na mesma proporção. Mas ontem houve superação e o sentimento daquela que nunca desiste passou dos limites da arquibancada e resolveu jogar. Cada jogador que usou o manto sagrado – aliás um dos uniformes do centenário, o fez de forma muito responsável, não desistindo das jogadas e proporcionando um belo espetáculo. Qualquer outro resultado que não fosse a vitória coxabranca seria injusto pelo futebol praticado e a supremacia em campo.
Ariel é um caso à parte. Jogador de muita garra e que se identifica a cada dia com a torcida ficou arrasado na infelicidade que proporcionou o primeiro gol deles, mas sem se abater foi lá pra frente e imediatamente deixou o seu. Não mereceria o nosso argentino ficar marcado por um gol contra, já que ele se tornou o atacante dos gols decisivos.
Mas o jogo de domingo ficará apenas em nossas memórias, pois temos que pensar imediatamente nos proximos jogos e nos livrarmos defintivamente deste fantasma que é o rebaixamento. E teremos pela frente dois outros rubro-negros – Sport e Vitória. No primeiro turno o time de Recife veio aqui e conseguiu o empate. Já em Salvador fomos derrotados mas em ambos os jogos poderiamos colher melhores resultados. Que então aconteçam nesta oportunidade, e mais do que isto, que o espírito desta que nunca desiste ou abandona continue em nossos jogadores.
Saudações Coxas-brancas
A tarde do último domingo foi inequecível. Não somente um jogo, mas um verdadeiro espetáculo proporcionado pelas torcidas nas arquibancadas e os jogadores em campo.
O jogo muitas vezes não é tão bom tecnicamente mas as emoções que o mesmo proporciona sobressai e envolve o sentimento maior de todos os torcedores, aqueles que são vencedores ou derrotados, na mesma proporção. Mas ontem houve superação e o sentimento daquela que nunca desiste passou dos limites da arquibancada e resolveu jogar. Cada jogador que usou o manto sagrado – aliás um dos uniformes do centenário, o fez de forma muito responsável, não desistindo das jogadas e proporcionando um belo espetáculo. Qualquer outro resultado que não fosse a vitória coxabranca seria injusto pelo futebol praticado e a supremacia em campo.
Ariel é um caso à parte. Jogador de muita garra e que se identifica a cada dia com a torcida ficou arrasado na infelicidade que proporcionou o primeiro gol deles, mas sem se abater foi lá pra frente e imediatamente deixou o seu. Não mereceria o nosso argentino ficar marcado por um gol contra, já que ele se tornou o atacante dos gols decisivos.
Mas o jogo de domingo ficará apenas em nossas memórias, pois temos que pensar imediatamente nos proximos jogos e nos livrarmos defintivamente deste fantasma que é o rebaixamento. E teremos pela frente dois outros rubro-negros – Sport e Vitória. No primeiro turno o time de Recife veio aqui e conseguiu o empate. Já em Salvador fomos derrotados mas em ambos os jogos poderiamos colher melhores resultados. Que então aconteçam nesta oportunidade, e mais do que isto, que o espírito desta que nunca desiste ou abandona continue em nossos jogadores.
Saudações Coxas-brancas