A UniCuritiba recebeu na tarde deste sábado (24), uma mesa-redonda para debater a relação entre a imprensa esportiva e os clubes de futebol. Contando com grandes integrantes da mídia local e nacional, o encontro engrandeceu mais uma aula do MBA em Gestão Profissional do Futebol, realizado em parceria com o Coritiba Foot Ball Club.
Mediado por Roberto Silva, coordenador do curso e gerente de marketing do Coxa, o debate contou com a presença de Erich Onida, editor do jornal Lance! e do site lancenet, Leonardo Mendes Junior, editor do jornal Gazeta do Povo, Adriano Rattmann, assessor de imprensa do Coritiba, e Cristian Toledo, representante de veículos esportivos paranaenses.
Os palestrantes discutiram assuntos como a importância de o clube se fechar à imprensa por alguns dias para trabalhar com tranqüilidade durante a semana e até mesmo a adaptação de profissionais como treinadores e diretores à rotina de trabalho dos clubes.
“Não adianta algum profissional do futebol chegar e escolher dias de treinos abertos à imprensa ou querer liberar ou barrar jornalistas. Os clubes se organizaram e agora têm uma política de trabalho, uma agenda que abrange tanto a tranqüilidade do clube para treinar quanto a liberdade de cobertura da imprensa”, disse Rattmann.
Erich Onida aproveitou para relembrar os tempos em que os times de futebol eram muito abertos e a imprensa tinha total liberdade para encontrar jogadores no dia a dia, o que, segundo afirmou Cristian Toledo, gerava crises diárias para as instituições esportivas.
Associando essa relação favorável às duas partes, imprensa e clube, Leonardo Mendes Jr. revelou que os jornais têm que ter seus próprios métodos para levar ao torcedor um material confiável e exclusivo. “Temos que trabalhar paralelamente com as assessorias de imprensa dos clubes, para que tenhamos liberdade também para criar um material diferente e que interesse ao nosso leitor”.
Para Roberto Silva, o ponto importante foi o outro lado: as formas alternativas que os clubes têm que trabalhar para emplacar material na mídia. “O que ninguém vê é que os clubes se esforçam para entrar na mídia nacional, têm que trabalhar relacionamento com a imprensa. Mesmo sem verba liberada, é preciso trabalhar forte e entender que, apesar de o lado comercial ser importante e essencial, a parte editorial tem mais força”, destacou, lembrando que não adianta investir no marketing esportivo se não trabalhar a divulgação de sua marca.
A mesa-redonda durou cerca de três horas e, como promessa de Roberto Silva, novos debates com o objetivo de trabalhar a gestão do esporte no Brasil serão marcadas.
A UniCuritiba recebeu na tarde deste sábado (24), uma mesa-redonda para debater a relação entre a imprensa esportiva e os clubes de futebol. Contando com grandes integrantes da mídia local e nacional, o encontro engrandeceu mais uma aula do MBA em Gestão Profissional do Futebol, realizado em parceria com o Coritiba Foot Ball Club.
Mediado por Roberto Silva, coordenador do curso e gerente de marketing do Coxa, o debate contou com a presença de Erich Onida, editor do jornal Lance! e do site lancenet, Leonardo Mendes Junior, editor do jornal Gazeta do Povo, Adriano Rattmann, assessor de imprensa do Coritiba, e Cristian Toledo, representante de veículos esportivos paranaenses.
Os palestrantes discutiram assuntos como a importância de o clube se fechar à imprensa por alguns dias para trabalhar com tranqüilidade durante a semana e até mesmo a adaptação de profissionais como treinadores e diretores à rotina de trabalho dos clubes.
“Não adianta algum profissional do futebol chegar e escolher dias de treinos abertos à imprensa ou querer liberar ou barrar jornalistas. Os clubes se organizaram e agora têm uma política de trabalho, uma agenda que abrange tanto a tranqüilidade do clube para treinar quanto a liberdade de cobertura da imprensa”, disse Rattmann.
Erich Onida aproveitou para relembrar os tempos em que os times de futebol eram muito abertos e a imprensa tinha total liberdade para encontrar jogadores no dia a dia, o que, segundo afirmou Cristian Toledo, gerava crises diárias para as instituições esportivas.
Associando essa relação favorável às duas partes, imprensa e clube, Leonardo Mendes Jr. revelou que os jornais têm que ter seus próprios métodos para levar ao torcedor um material confiável e exclusivo. “Temos que trabalhar paralelamente com as assessorias de imprensa dos clubes, para que tenhamos liberdade também para criar um material diferente e que interesse ao nosso leitor”.
Para Roberto Silva, o ponto importante foi o outro lado: as formas alternativas que os clubes têm que trabalhar para emplacar material na mídia. “O que ninguém vê é que os clubes se esforçam para entrar na mídia nacional, têm que trabalhar relacionamento com a imprensa. Mesmo sem verba liberada, é preciso trabalhar forte e entender que, apesar de o lado comercial ser importante e essencial, a parte editorial tem mais força”, destacou, lembrando que não adianta investir no marketing esportivo se não trabalhar a divulgação de sua marca.
A mesa-redonda durou cerca de três horas e, como promessa de Roberto Silva, novos debates com o objetivo de trabalhar a gestão do esporte no Brasil serão marcadas.