Edson Bastos fala do clássico
Goleiro é um dos experientes do clássico e sabe da importância da partida
Há 17 anos - 22/10/2009 19:41
Edson Bastos fala do clássico

O goleiro Edson Bastos encara mais um clássico. Experiente, ele espera poder ajudar os companheiros mais jovens do time a entender a importância da partida. Para ele, não existe favorito no confronto, e é preciso atenção.


"Não tem favorito, independente de mandante, de boa campanha em casa ou fora de casa. Acho que se define em detalhes. Não vejo superioridade para nenhum dos lados, os dois têm capacidade de vencer. Lógico que a necessidade de vencer é nossa e não vamos fugir da responsabilidade", avalia.



E ele sabe a dificuldade do jogo. "Eu particularmente vou para meu sétimo Atle-Tiba. É um jogo diferente e a gente que tem um pouco mais de experiência tenta passar aos mais jovens", diz. "A motivação vem ao natural. Só pelo fato de ser um clássico a gente já fica motivado", completa.



Para o jogador é preciso atenção o tempo todo. "Quando começa o jogo todos os atletas estão sujeitos a acertos e a erros".



Do lado adversário também há qualidade. "Se deixar o Paulo Bayer jogar, vai criar muito problema. Mas como eles têm ele, a gente tem o Marcelo que nas horas difíceis acaba desequilibrando também. Temos que ter atenção", avalia. "É um jogador diferenciado, que tem feito a diferença pelo lado do Atlético, principalmente em bolas paradas", finaliza.

Edson Bastos fala do clássico
Goleiro é um dos experientes do clássico e sabe da importância da partida
Há 17 anos - 22/10/2009 19:41
Edson Bastos fala do clássico

O goleiro Edson Bastos encara mais um clássico. Experiente, ele espera poder ajudar os companheiros mais jovens do time a entender a importância da partida. Para ele, não existe favorito no confronto, e é preciso atenção.


"Não tem favorito, independente de mandante, de boa campanha em casa ou fora de casa. Acho que se define em detalhes. Não vejo superioridade para nenhum dos lados, os dois têm capacidade de vencer. Lógico que a necessidade de vencer é nossa e não vamos fugir da responsabilidade", avalia.



E ele sabe a dificuldade do jogo. "Eu particularmente vou para meu sétimo Atle-Tiba. É um jogo diferente e a gente que tem um pouco mais de experiência tenta passar aos mais jovens", diz. "A motivação vem ao natural. Só pelo fato de ser um clássico a gente já fica motivado", completa.



Para o jogador é preciso atenção o tempo todo. "Quando começa o jogo todos os atletas estão sujeitos a acertos e a erros".



Do lado adversário também há qualidade. "Se deixar o Paulo Bayer jogar, vai criar muito problema. Mas como eles têm ele, a gente tem o Marcelo que nas horas difíceis acaba desequilibrando também. Temos que ter atenção", avalia. "É um jogador diferenciado, que tem feito a diferença pelo lado do Atlético, principalmente em bolas paradas", finaliza.