O zagueiro Jeci vai usar sua experiência para ajudar o Coxa no próximo domingo (25), no clássico Atle-Tiba. Capitão do time que conquistou a taça de Campeão Paranaense em 2008 diante do rival, ele sabe que o clássico é um jogo que muda o ânimo da cidade e que qualquer vacilo pode ser fatal, pra os dois lados.
Ao final do treino desta tarde de quinta-feira (22), o atleta foi avaliado pelo médico Willian Yousef e liberado para o confronto. Mesmo antes da definição de se poderia jogar, ele já estava no clima do Atle-Tiba, afinal sabe da importância da partida, principalmente no atual momento da equipe alviverde.
A vitória do Santo André na abertura da rodada deixa o sinal de alerta do Coxa ainda mais forte. "O Campeonato está muito dificil. O resultado que você menos espera acontece. O Atlético está um pouco na nossa frente, mas se os resultados foram ruins para a gente, foram pra eles também. Um time que buscava o título e perde pra outra que está na zona. Incomodou e bastante a gente", revela.
Mas diante da torcida coxa-branca ele tem boas expectativas. "Eu prefiro jogar dentro de casa, com o apoio da minha torcida, do que jogar fora de casa. Jogando em casa, um clássico, casa cheia, o cara entra motivado. O clássico em si já motiva, chega arrepiar quando você vê a torcida gritando, isso só ajuda".
"Um clássico se define em detalhes. Quando você menos espera, quando você acha que não vai acontecer nada numa jogada, de repente acontece e define. Pode ser de bola parada ou um chutão do zagueiro que cai no pé do atacante e pega a zaga aberta".
E ele diz que nesta semana a equipe está bem focada. "O clássico Atle-Tiba a gente sempre assimila. É um jogo que para a cidade, para o estado. O pessoal mais novo sempre fica com um pé atrás, um pouco ansioso pra ver o que vai acontecer, mas sempre focado. O mais importante é isso, estar sempre focado e estar ciente da importância que tem o jogo. Tem que viver o clássico 24hs por dia", diz.
A cidade muda, as pessoas respiram a partida. "Em semana de Atle-Tiba a gente procura ficar um pouquinho em casa. Se trata do maior rival, e o torcedor é paixão. Estava comentando o quanto a gente houve: 'vamos ganhar domingo'. O legal foi uma senhora no meu prédio, conversou comigo na maior elegância e quando foi se despedir me disse: 'é uma questão de honra' (risos). Não tem idade, até criança, todos se envolvem no jogo", finaliza.
O zagueiro Jeci vai usar sua experiência para ajudar o Coxa no próximo domingo (25), no clássico Atle-Tiba. Capitão do time que conquistou a taça de Campeão Paranaense em 2008 diante do rival, ele sabe que o clássico é um jogo que muda o ânimo da cidade e que qualquer vacilo pode ser fatal, pra os dois lados.
Ao final do treino desta tarde de quinta-feira (22), o atleta foi avaliado pelo médico Willian Yousef e liberado para o confronto. Mesmo antes da definição de se poderia jogar, ele já estava no clima do Atle-Tiba, afinal sabe da importância da partida, principalmente no atual momento da equipe alviverde.
A vitória do Santo André na abertura da rodada deixa o sinal de alerta do Coxa ainda mais forte. "O Campeonato está muito dificil. O resultado que você menos espera acontece. O Atlético está um pouco na nossa frente, mas se os resultados foram ruins para a gente, foram pra eles também. Um time que buscava o título e perde pra outra que está na zona. Incomodou e bastante a gente", revela.
Mas diante da torcida coxa-branca ele tem boas expectativas. "Eu prefiro jogar dentro de casa, com o apoio da minha torcida, do que jogar fora de casa. Jogando em casa, um clássico, casa cheia, o cara entra motivado. O clássico em si já motiva, chega arrepiar quando você vê a torcida gritando, isso só ajuda".
"Um clássico se define em detalhes. Quando você menos espera, quando você acha que não vai acontecer nada numa jogada, de repente acontece e define. Pode ser de bola parada ou um chutão do zagueiro que cai no pé do atacante e pega a zaga aberta".
E ele diz que nesta semana a equipe está bem focada. "O clássico Atle-Tiba a gente sempre assimila. É um jogo que para a cidade, para o estado. O pessoal mais novo sempre fica com um pé atrás, um pouco ansioso pra ver o que vai acontecer, mas sempre focado. O mais importante é isso, estar sempre focado e estar ciente da importância que tem o jogo. Tem que viver o clássico 24hs por dia", diz.
A cidade muda, as pessoas respiram a partida. "Em semana de Atle-Tiba a gente procura ficar um pouquinho em casa. Se trata do maior rival, e o torcedor é paixão. Estava comentando o quanto a gente houve: 'vamos ganhar domingo'. O legal foi uma senhora no meu prédio, conversou comigo na maior elegância e quando foi se despedir me disse: 'é uma questão de honra' (risos). Não tem idade, até criança, todos se envolvem no jogo", finaliza.