Werner Langner
Carrego o Coritiba no meu peito como um filho orgulhoso
Há 17 anos - 18/10/2009 08:00
Werner Langner

Essa história de amor ao Coritiba começa em 1987, quando eu tinha apenas dois anos de idade. Meu pai já me levava ao gigante de concreto armado e me apresentava à sua segunda casa e ao Coritiba, foi como um presente.



Lembro-me mais claramente de 1989, o primeiro jogo da minha vida em que me lembro de algo, justamente num jogo entre Coritiba x União Bandeirantes, valendo o título estadual.



Me vêm as lembranças de olhar com admiração à Mancha Verde e à Torcida Jovem fazendo muita festa, era meu primeiro título, eu via Tostão e Chicão fazendo os 2 x 0 e não me continha de tanta emoção por torcer por algo tão grande como é o Coritiba. Fiquei extasiado e pedi ao meu pai para invadirmos o campo junto da torcida, com apenas 4 anos é óbvio que meu pai apenas sorriu do meu pedido.



Passaram-se os anos e nada muda este sentimento, joguei no Coritiba na categoria juvenil e trabalhei na loja oficial no Couto Pereira. Por este time já chorei e já sorri, já viajei por ele e já terminei namoro por ele.



Também conheci a coxa-branca mais linda do mundo no Couto Pereira, estamos juntos há três anos e ficamos sócios da Mauá juntos na época da série B. Hoje fazemos parte da Mancha Verde do Coritiba e estamos fielmente em todos os jogos do Verdão, faça frio ou faça chuva.



Carrego o Coritiba no meu peito como um filho orgulhoso, passarão os anos, jogadores e amigos, mas a única certeza que eu tenho é a de que morrerei Coxa Branca e terá sido a maior herança que meu pai deixará.



O Centenário do alviverde representa o período mais importante da minha vida e que se depender do meu apoio, ele será até campeão intergalático.



Werner Langner

 

Werner Langner
Carrego o Coritiba no meu peito como um filho orgulhoso
Há 17 anos - 18/10/2009 08:00
Werner Langner

Essa história de amor ao Coritiba começa em 1987, quando eu tinha apenas dois anos de idade. Meu pai já me levava ao gigante de concreto armado e me apresentava à sua segunda casa e ao Coritiba, foi como um presente.



Lembro-me mais claramente de 1989, o primeiro jogo da minha vida em que me lembro de algo, justamente num jogo entre Coritiba x União Bandeirantes, valendo o título estadual.



Me vêm as lembranças de olhar com admiração à Mancha Verde e à Torcida Jovem fazendo muita festa, era meu primeiro título, eu via Tostão e Chicão fazendo os 2 x 0 e não me continha de tanta emoção por torcer por algo tão grande como é o Coritiba. Fiquei extasiado e pedi ao meu pai para invadirmos o campo junto da torcida, com apenas 4 anos é óbvio que meu pai apenas sorriu do meu pedido.



Passaram-se os anos e nada muda este sentimento, joguei no Coritiba na categoria juvenil e trabalhei na loja oficial no Couto Pereira. Por este time já chorei e já sorri, já viajei por ele e já terminei namoro por ele.



Também conheci a coxa-branca mais linda do mundo no Couto Pereira, estamos juntos há três anos e ficamos sócios da Mauá juntos na época da série B. Hoje fazemos parte da Mancha Verde do Coritiba e estamos fielmente em todos os jogos do Verdão, faça frio ou faça chuva.



Carrego o Coritiba no meu peito como um filho orgulhoso, passarão os anos, jogadores e amigos, mas a única certeza que eu tenho é a de que morrerei Coxa Branca e terá sido a maior herança que meu pai deixará.



O Centenário do alviverde representa o período mais importante da minha vida e que se depender do meu apoio, ele será até campeão intergalático.



Werner Langner