Essa história de amor ao Coritiba começa em 1987, quando eu tinha apenas dois anos de idade. Meu pai já me levava ao gigante de concreto armado e me apresentava à sua segunda casa e ao Coritiba, foi como um presente.
Lembro-me mais claramente de 1989, o primeiro jogo da minha vida em que me lembro de algo, justamente num jogo entre Coritiba x União Bandeirantes, valendo o título estadual.
Me vêm as lembranças de olhar com admiração à Mancha Verde e à Torcida Jovem fazendo muita festa, era meu primeiro título, eu via Tostão e Chicão fazendo os 2 x 0 e não me continha de tanta emoção por torcer por algo tão grande como é o Coritiba. Fiquei extasiado e pedi ao meu pai para invadirmos o campo junto da torcida, com apenas 4 anos é óbvio que meu pai apenas sorriu do meu pedido.
Passaram-se os anos e nada muda este sentimento, joguei no Coritiba na categoria juvenil e trabalhei na loja oficial no Couto Pereira. Por este time já chorei e já sorri, já viajei por ele e já terminei namoro por ele.
Também conheci a coxa-branca mais linda do mundo no Couto Pereira, estamos juntos há três anos e ficamos sócios da Mauá juntos na época da série B. Hoje fazemos parte da Mancha Verde do Coritiba e estamos fielmente em todos os jogos do Verdão, faça frio ou faça chuva.
Carrego o Coritiba no meu peito como um filho orgulhoso, passarão os anos, jogadores e amigos, mas a única certeza que eu tenho é a de que morrerei Coxa Branca e terá sido a maior herança que meu pai deixará.
O Centenário do alviverde representa o período mais importante da minha vida e que se depender do meu apoio, ele será até campeão intergalático.
Werner Langner
Essa história de amor ao Coritiba começa em 1987, quando eu tinha apenas dois anos de idade. Meu pai já me levava ao gigante de concreto armado e me apresentava à sua segunda casa e ao Coritiba, foi como um presente.
Lembro-me mais claramente de 1989, o primeiro jogo da minha vida em que me lembro de algo, justamente num jogo entre Coritiba x União Bandeirantes, valendo o título estadual.
Me vêm as lembranças de olhar com admiração à Mancha Verde e à Torcida Jovem fazendo muita festa, era meu primeiro título, eu via Tostão e Chicão fazendo os 2 x 0 e não me continha de tanta emoção por torcer por algo tão grande como é o Coritiba. Fiquei extasiado e pedi ao meu pai para invadirmos o campo junto da torcida, com apenas 4 anos é óbvio que meu pai apenas sorriu do meu pedido.
Passaram-se os anos e nada muda este sentimento, joguei no Coritiba na categoria juvenil e trabalhei na loja oficial no Couto Pereira. Por este time já chorei e já sorri, já viajei por ele e já terminei namoro por ele.
Também conheci a coxa-branca mais linda do mundo no Couto Pereira, estamos juntos há três anos e ficamos sócios da Mauá juntos na época da série B. Hoje fazemos parte da Mancha Verde do Coritiba e estamos fielmente em todos os jogos do Verdão, faça frio ou faça chuva.
Carrego o Coritiba no meu peito como um filho orgulhoso, passarão os anos, jogadores e amigos, mas a única certeza que eu tenho é a de que morrerei Coxa Branca e terá sido a maior herança que meu pai deixará.
O Centenário do alviverde representa o período mais importante da minha vida e que se depender do meu apoio, ele será até campeão intergalático.
Werner Langner