PROFESSOR DE ENCABULAÇÃO&DESACATO
Pergunta que caberia no curto inquérito alviverde levado ao ar neste glorioso ano do centenário do Glorioso:
- Ídolo ou ídolos?
Minha resposta está na ponta da língua: tenho dois grandes ídolos, Miltinho&Nico. A seguir as razões; começarei pelo Miltinho.
Craque. Mesmo. Visão de jogo, habilidade, técnica, raça, inteligência, malícia, coragem, criatividade. Como o grande Carne Frita no dizer imortal do João Antônio, Miltinho era professor de encabulação e desacato.
Foi jogador de meio campo, mesmo quando improvisado na ponta. Batia muito bem na bola, tanto para passá-la em profundidade quanto para centrá-la na cabeça do Duílio ou do William ou do Ivo ou do Almir ou... E suas solitárias arrancadas a partir da intermediária do adversário? Produziam pânico e desordem no sistema defensivo. E suas provocações? E seu deboche? E sua imensa cara de pau? Para comprová-lo contarei apenas uma da sua inesgotável lavra. Vamos lá.
Atle-Tiba no Alto da Glória, o jogo estava fácil pra gente, eis senão quando o Miltinho arrancou, passou por um, passou por outro, passou por outro mais quando foi derrubado pouco antes da meia lua. Falta flagrante. Apitada não lembro mais por quem.
- Sabe o que ele fez, acolitado pelo Ivo? Botou a bola debaixo do braço, caminhou até a marca do pênalti, e ali, sem enrubescer, posou o assim chamado balão de couro... O bodequedeuvouvoscontar. O árbitro punha a bola no local exato da falta, ele e o Ivo a apanhavam e punham na marca do pênalti! Foi hilário. Não para os atleticanos. Que espumavam de raiva diante de tanta, de tamanha, de tão soberba cara de pau. Quantas alegrias nos proporcionou, me proporcionou, o grande Miltinho. Ídolo. Meu ídolo. Nico fica pra semana que vem; aguarde. E se prepare.
(Visite meu blogue:www.negopessoa.com/blog)
PROFESSOR DE ENCABULAÇÃO&DESACATO
Pergunta que caberia no curto inquérito alviverde levado ao ar neste glorioso ano do centenário do Glorioso:
- Ídolo ou ídolos?
Minha resposta está na ponta da língua: tenho dois grandes ídolos, Miltinho&Nico. A seguir as razões; começarei pelo Miltinho.
Craque. Mesmo. Visão de jogo, habilidade, técnica, raça, inteligência, malícia, coragem, criatividade. Como o grande Carne Frita no dizer imortal do João Antônio, Miltinho era professor de encabulação e desacato.
Foi jogador de meio campo, mesmo quando improvisado na ponta. Batia muito bem na bola, tanto para passá-la em profundidade quanto para centrá-la na cabeça do Duílio ou do William ou do Ivo ou do Almir ou... E suas solitárias arrancadas a partir da intermediária do adversário? Produziam pânico e desordem no sistema defensivo. E suas provocações? E seu deboche? E sua imensa cara de pau? Para comprová-lo contarei apenas uma da sua inesgotável lavra. Vamos lá.
Atle-Tiba no Alto da Glória, o jogo estava fácil pra gente, eis senão quando o Miltinho arrancou, passou por um, passou por outro, passou por outro mais quando foi derrubado pouco antes da meia lua. Falta flagrante. Apitada não lembro mais por quem.
- Sabe o que ele fez, acolitado pelo Ivo? Botou a bola debaixo do braço, caminhou até a marca do pênalti, e ali, sem enrubescer, posou o assim chamado balão de couro... O bodequedeuvouvoscontar. O árbitro punha a bola no local exato da falta, ele e o Ivo a apanhavam e punham na marca do pênalti! Foi hilário. Não para os atleticanos. Que espumavam de raiva diante de tanta, de tamanha, de tão soberba cara de pau. Quantas alegrias nos proporcionou, me proporcionou, o grande Miltinho. Ídolo. Meu ídolo. Nico fica pra semana que vem; aguarde. E se prepare.
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